Já aqui vos falei, em post anterior, de 5.10.2008, do site Amazon Mechanical Turk. trata-se, se bem se recordam, de uma aplicação online que permite a "requisitantes" colocarem online tarefas para serem executadas por "trabalhadores", a troco de uma determinada verba. Como participante, na altura tinha ganho uns meros 13 dólares. Hoje, passados alguns meses, já "empochei" mais de 800. Não está mal. As principais desvantagens do Mechanical Turk são, a meu ver, para não residentes nos USA, as seguintes: - Impossibilidade de trocar o que se ganhou por dinheiro. Aos residentes nos USA são-lhes passados cheques, enquanto os estrangeiros apenas podem "optar" por trocar os seus ganhos por certificados de compra na Amazon. Isto não é totalmente mau, pois sendo a Amazon uma loja enorme, haverá sempre artigos que nos interessam. Pelo meu lado tenho aumentado bastante o meu stock de livros e CDs. - A segunda desvantagem, que está directamente relacionada com a primeira, prende-se com o facto, de, sendo obrigados nós a gastar o dinheiro ganho na Amazon, temos de pagar portes elevados, muitas vezes maiores do que o custo do artigo em si. Mas enfim, vamos ganhando, não para o tabaco neste caso, mas para os livros.
No entanto, o motivo que aqui me traz ao presente post é a apresentação de um outro site/aplicação online que tem o mesmo tipo de funcionamento: tarefas executadas ==> pagamento. o ShortTask.
- A vantagem desse site em relação ao Mechanical Turk é que aqui o dinheiro ganho pode ser mesmo transferido para a nossa conta, via PayPal; mas como não há bela sem senão... - O número de tarefas colocadas é infinitamente inferior ao do Amazon MT, pelo que os ganhos nunca poderão ser substantivos. Talvez com o tempo o site se desenvolva e mereça então mais oportunidades. Vão lá dar uma espreitadela, registem-se e mantenham-no debaixo de olho...
Uma coisa que pode ser interessante no nosso blog é ter a possibilidade de fazer rodear de texto as imagens que colocamos nos nossos posts do blog(ger). Como sabem, quando inserimos imagens nos posts, o blogger encarrega-se de as centrar e apenas podemos ter texto acima ou abaixo delas, ficando sempre um espaço em branco nas zonas laterais dessa imagem. Esse "contratempo" pode ser ultrapassado agindo do seguinte modo: Passo 1:
- Edite o HTML do seu blog; - Localize a zona CSS da sua folha de estilos; - Copie o seguinte código para lá, por exemplo logo abaixo da secção de posts.
/*Wrap text around image .left { float: left; margin: 3px; }
.right { float: right; margin: 3px; }
Passo 2:
Para qualquer imagem da internet, ou sua que tenha alojado na internet, que queira inserir, faria algo do tipo
Então adicione apenas a tag class="right" ou class="left", ficando com
Colocando essa tag class="right", a imagem flutuará para a direita e o texto rodea-la-à à sua esquerda... e vice-versa, naturalmente.
Só uma nota final. Se quiser aplicar esta dica, sempre que quiser inserir uma imagem seguindo estes passos, deve inserir-la com a janela onde escreve o seu post em "Editar Html" e não "Redigir". Experimente e boa sorte!
Já se sabe que toda a gente tem opinião sobre a educação, até porque toda a gente andou na escola… Essa característica, legítima, leva a que todos os opinadores com exposição mediática perorem frequentemente sobre o tema, o que aliado à característico prazer português de ver alguém, com poder, a humilhar os as classes ditas privilegiadas, desde que não seja a deles, tem conduzido, nos últimos temas a que sejam expelidas barbaridades a uma velocidade superior à de um acelerador de partículas.
Há muitas maneiras de escrever sobre educação. Os académicos, pedagogos, que dissertam sobre os problemas “realmente” candentes da área, e sua conclusão é sempre a culpabilização dos professores e a proposta de mais trabalho para estes. Mas trata-se de trabalho mirabolante, sem qualquer dose de eficácia sobre a melhoria das aprendizagens, antes conduzindo apenas a uma completa saturação, desmotivação e estupidificação da classe docente. A eles, bem como a outros, apetece-me sempre sugerir-lhes: então já que são tão sapientes e acusadores, venham dar aulas, ponham as vossas excelsas ideias em prática. É o vens! Depois há toda uma série de indivíduos com ligação mais ou menos remota à escola, desde presidentes e vogais de comissões, professores deslocados em serviços de gabinete, técnicos de educação nas câmaras, etc. que, não usando embora a linguagem hermética e sem sentido dos anteriores, chegam precisamente às mesmas conclusões daqueles. Aos atiradores de bitaites com opinião publicada já aludi e não vale a pena perder mais tempo com eles. Finalmente há os professores no terreno que escrevem mas sempre numa posição de defesa, utilizando permanentemente uma linguagem de paninhos quentes, transmitindo a sensação de culpa sabe-se lá de quê, apenas para não ofender a opinião dominante. Haverá depois alguns outros que nas opiniões que expendem deixem escapar alguns laivos de corporativismo. Admito-o. Há alguns anos, o professor Gabriel Mithá Ribeiro rompeu com este ciclo, com esta claustrofobia opinativa, e escreveu dois livros brilhantes que colocavam muitos dedos em outras tantas feridas, numa atitude pioneira de ataque ao marasmo da denúncia de situações injustas e altamente perniciosas para a educação e m Portugal e todos os seus actores, a começar pelos alunos, e que arrastam o país para um poço sem fundo de que muito dificilmente sairá. Paulo Guinote surge-nos agora, herdeiro desse pioneirismo, após “estágio” em blogue que virou de pantanas o modo como a circulação sobre o dia-a-dia da educação em Portugal é vivido. O livro por si agora editado, e que reúne muitas dos seus textos anteriormente publicados no blogue, é, a todos os título, notável. Porque o autor sabe do que fala, escreve com inusitado brilhantismo, fina ironia, chama os bois pelos nomes, é totalmente independente (o que tem muita, muita importância), não se deixando arrastar por quaisquer tipo de interesses. Ou seja, é aquilo que eu chamo um espírito-livre… e nada corporativista, sublinhe-se. Mas mais. Quase toda a análise que faz do sistema vai direitinha aos pontos que interessam, desmascarando as pseudo-reformas que se abatem a ritmo alucinante sobre o sistema educativo e também outros interesses mais ou menos ocultos que, embora em desacordo com as mesmas, usam da táctica a sua arma mestra. Querem mesmo saber como vai a educação em Portugal? Desejam aproveitar as fundadas sugestões dadas para a melhoria do sistema? Então leiam o livro, que tem ainda o aliciante duma escrita escorreita, directa, incisiva e temperada com extrema boa-disposição. Prescindo de mais elogios e deixo-vos com dois exemplos de artigos brilhantes do livro. Mas, como estes, há lá mais, muitos mais.
1. Alma de Adesivo
Já aqui referi há uns dias o fenómeno do adesivismo, assim crismado na transição da Monarquia para a República mas prática ancestral neste velho torrão nacional.
O adesivismo é uma variante do vira-casaquismo, nem sempre sendo fácil de distingui-los. Eu considero o adesivismo mais insinuante e sibilini e o vira-casaquismo mais trôpego e desajeitado.
No contexto actual o adesivismo na área da Educação ainda está incipiente, mas tem adubo e terreno fértil para se multiplicar como cogumelos inúteis em terreno bafiento.
As notícias que me vão chegando de viva voz ou por interposto testemunho teriam o seu quê de caricato caso não revelassem a propensão para práticas que podem prejudicar – e muito – o pouco que nos resta para tentar manter a Educação Pública neste país acima da linha de água.
Eu explico.
* O adesivo passou nas últimas semanas a estar muito preocupado com o sucesso e, argumentando em nome do interesse de todos, apela a que façamos o que o ME quer que se faça, «para evitar problemas». Esta preocupação é diferente da daqueles que tentam encontrar vias para moldar a tenaz ministerial e torná-la menos asfixiante. No caso do adesivo a preocupação é em conseguir mesmo que a tenaz se instale e atinja os objectivos desejados: o sucesso expresso nos resultados estatísticos.
* Para isso, o adesivo até ultrapassou o timing do ME e começou, de cenho preocupado, a lavrar umas «grelhas» de sua própria iniciativa para ir «ganhando tempo» e fez questão de divulgar esta sua iniciativa em todo o redor de si.
* Ao mesmo tempo, o adesivo mudou quase imperceptivelmente a sua forma de andar e circular pelo espaço escolar: se repararmos bem, o olhar está mais distante e foca-se menos nos seus pares, visando um pouco mais além. O adesivo passou mesmo a levantar o queixo em média um par de centímetros, corrigindo a sua postura ao andar. O adesivo-macho trocou o blusão informal pelo blazer. O adesivo-fêmea adicionou uns acessórios brilhantes aos paramentos quotidianos. Quiçá mesmo um toque mais ousado na maquilhagem.
* O adesivo fez questão de demonstrar que está a par da legislação, que leu o articulado e fixou as instruções. Declarando-se contrariado por aplicá-las, o adesivo, contudo, considera que pode acrescentar algo mais às propostas ministeriais e adianta leituras pessoais de algumas passagens e já propõe estratégias próprias para alcançar o sucesso.
* O adesivo acha que devemos definir objectivos de progresso e sucesso por turma e aluno. O adesivo acha que devemos planificar aula a aula de forma diferenciada e usar mesmo instrumentos de avaliação diferenciados em todas as turmas, visando «obter os melhores resultados», enquanto eles ainda se lembram «das coisas». É algo omisso quanto às aprendizagens. O adesivo sugere que os «colegas se envolvam» em actividades extra-curriculares, «porque é isso que agora é valorizado».
* O adesivo parece esquecer que os colegas já faziam tudo isso, valorizado ou não. O adesivo partilha experiências pedagógicas pessoais passadas que conduziram a um sucesso que todos desconhecíamos.
* O adesivo observa com ar reprovador e condescendente as vozes que ousam discordar. Aconselha que os contestatários «tenham cuidado», que «repensem a sua atitude», que «considerem que é o futuro profissional que está em risco».
* O adesivo é, no fundo, uma boa pessoa, um pináculo do bom-senso e das boas maneiras, só que facilmente impressionável às vozes de comando que soam fortes do alto. O adesivo contesta até que. O adesivo critica enquanto. O adesivo transmuta-se logo que.
* O adesivo é o camaleão do sistema educativo. Já praticou a pedagogia por objectivos quando iniciou a carreira sem pensar duas vezes; quando nasceu a ideologia das competências achou um disparate, mas dois meses depois já estava convencido. Agora que se inflecte de novo para a exigência dos resultados por sobre as práticas, acha que «realmente isto está sempre a mudar», mas muda sempre de acordo com a mudança. O adesivo é disciplinado e conhece o seu lugar na hierarquia de comando.
* O adesivo até é um bom professor, quiçá muito bom. Mas mais importante, quer ser melhor do que. Ou passar por isso.
* O adesivo é o melhor amigo do ME. Logo a seguir àquele senhor bem-falante e de barba aparada daquela associação que não sei quê.
Mas, apesar de todo esse esforço de bem-parecer, o adesivo é uma das razões porque lá de cima nos consideram «professorzecos». Porque o respeito se perde, quando nós o perdemos por nós próprios e abdicamos das nossas convicções e de lutar por elas.
No matter what.
2. Abandono e Insucesso Escolar: Como Os Resolver Em Cinco Passos
A leitura dos volumes clássicos do Sim, Senhor Ministro ou Sim, Senhor Primeiro-Ministro, assim como o visionamento da série permitem-nos perceber como algumas técnicas são imorredoiras na vida política, quando se trata de mascarar algo que incomoda, em especial factos que se possam traduzir em notícias desagradáveis ou estatísticas embaraçosas de exibir.
Este Governo não é novo nesta matéria, bastando lembrar as constantes mudanças de critérios na contabilização do desemprego ou na determinação do custo/nível de vida. O INE muda os critérios a cada triénio ou quinqénio sem que se percebam as vantagens; já o IEFP parece mudá-los semestralmente, por forma a que, a cada subida oficial do desemprego de acordo com os cálculos do INE, corresponda uma equivalente quebra no número oficial de desempregados oficialmente reconhecidos pelo IEFP.
Outra área interessante de acção é a da Justiça e da Segurança Pública. Reordenando as categorias de crimes ou atirando para fora do Código Penal certos actos, reduz-se a criminalidade. Assim como mudando o Código de Processo Penal, em matérias como o cúmulo jurídico, penas de 25 anos passam para 8. Simples e eficaz.
Na área da Educação a estratégia não é complicada e está actualmente numa fase já bem avançada embora, após uns 15 anos de prática, ainda se note alguma dificuldade em fazer desaparecer o que não interessa para debaixo do tapete ou em moldar a realidade de forma a caber nos números desejados.
Um caso é o da violência escolar. Nada como criar um Observatório destinado a recolher os dados em grelhas de classificação que quase fazem sumir as ocorrências no limbo sebastiânico do quadriculado. Porque depois é subjectiva a classificação da bolachada dada por um aluno no outro que o fez parar ao hospital, afinal pode ter sido apenas uma brincadeira que correu mal.
Mas a questão do (In)Sucesso e do Abandono é agora a mais premente para este Governo apresentar resultados e, como tal, eu presto-me a oferecer cinco ideias, nada originais, mas que podem ajudar a completar o esforço colocado pelo ME nos recentes pacotes legislativos.
Vamos lá:
1. Considerar como classificações positivas todas as que forem superiores a Zero. Afinal, dita a rigorosa e exacta Matemática que negativos, negativos, só são os números inferiores a zero. Portanto, há séculos que laboramos num erro conceptual ao considerar como insuficientes classificações que são evidentemente positivas. 2. Determinar que o Abandono Escolar não existe, pois quem não vai à escola não pode abandoná-la. O que poderá existir é um Tratamento Recreativo da Educação em Tempos Alternativos ou, para os menos conhecedores desta linguagem técnica, a TRETA. Assim poderemos ter uma grande quantidade de TRETA mas nada de Abandono. 3. Fustigar publicamente os professores que insistam em protestar contra as medidas ministeriais e em considerar que existem alunos sem condições para transitar de ano, mesmo que não saibam escrever o seu nome aos 15 anos, sem outra razão aparente que não seja o desinteresse-iô-tá-se bem, man ou a certeza do emprego garantido graças ao facto do papá ser administrador daquela empresa que presta assessoria a uma outra que trata dos subsídios europeus e está muito bem relacionada com o chefe de gabinete do senhor ministro. 4. Eliminar os quadradinhos destinados ao registo do insucesso ou abandono escolar nos impressos estatísticos oficiais. Fazer algo parecido com os formulário a preencher nas escolas, nos quais a classificação qualitativa mais baixa deve ser a de Satisfaz/Suficiente. Em termos quantitativos já vimos que acima de zero é positiva. 5. Lançar uma grande campanha de certificação das competências dos cidadãos de qualquer idade com o título de Para Lá de Novíssimas Oportunidades. Os candidatos enviam um pequeno trabalho por qualquer meio – o fax caiu em desuso, usem o mail ou sms se possível ou peçam a quem saiba para o fazer por si – com a respectiva identificação, certificação desejada (grau académico, especialidade), um slogan alusivo ao projecto em inglês técnico com 2 a 8 palavras e um envelope selado e auto-endereçado para receberem o respectivo diploma.
Modéstia à parte eu acho que estas são ideias que estão um passo ligeiramente à frente – mas só ligeiramente – das políticas do ME, pelo que nem cobrarei direitos de autor, cedendo-as em nome do bem público e da felicidade do Portugal Inovador, Certificado e Autenticado, o que dá sempre PICA, seja qual for a cor do Governo.
Quando uma companhia compra um software chamado empresarial existe um perigo enorme de vir a ter grandes problemas. Não são apenas as perdas de perfomance que atingem em média os 30%, como está demonstrado, mas também, e sobretudo, devido ao facto de os objectivos do vendedor terem sido atingidos com a respectiva venda e, a partir daí o apoio ao cliente ficar para segundo plano pois o que interessa é arranjar mais compradores. Com nova filosofia de software Saas (Software as a Service - Software como serviço) estes problemas são ultrapassados pois há um apoio técnico e feedback constante por parte dos engenheiros da empresa vendedora, uma ligação que permanece, devido ao facto de o pagamento depender muito da renovação e da subscrição do software por parte do cliente. Podemos pois dizer que os objectivos de cliente e vendedor estão alinhados e, assim, todos ganham, sendo que o cliente deixa de ficar com o software emparteleirado, como acontece amiúde com o software empresarial. Ou seja o conceito Saas não é mais do que o nosso velho conhecido What You See Is What You Get (WYSIWYG).
Se frequente ou esporadicamente escreve textos em inglês mas não está muito seguro do seu rigor (just like me), aqui ficam 4 widgets onde pode "checar" - Ortografia; - Palavras mal usadas; - Estilo da Escrita; - Gramática. Copie o seu texto para a caixa e clique no botão. Depois passe com o rato por cima dos "erros assinalados" (palavras sublinhadas) e aceite, ou não, uma das soluções propostas. Caso pretenda inserir estes widgets no seu blogue, contacte via email de Contacto (ver na barra lateral)
Podem ir experimentando. Eu depois faço mais um bocadinho de hacking para adaptar para português e explico como fiz. Vão passando por aqui! 01.06.2009 --> Vejam descrição do processo abaixo. TEM SCREENCAST NO FIM DO POST!!!
Descrição do processo:
0. Convém ter:
- Conta no Google para poder aceder ao google docs - Um servidor onde possa colocar ficheiros. Pode ser no host onde aloja o seu site. Caso não tenha poderá usar o Windows Live Drive ou outro qualquer gratuito.
Vá pois ao post referido post do blog do google docs e faça um pouco de scroll. Clique no link "Try this out" (ver figura abaixo).
2. Clique no botão "Usar este modelo" na parte superior esquerda do ecrã
Se tiver conta no Google Docs irá parar à sua conta a uma página deste tipo
3. Clique na borda superior de uma das três aplicações
Depois clique na seta a apontar para baixo (canto superior direito do gadget) e obterá uma janela pop-up com várias opções. Clique em "Obter XML de gadget" e ficará com uma outra janela pop-up onde aparecerá escrito o endereço do ficheiro XML que suporta o gadget.
4. Obter código XML do ficheiro
Abra uma nova janela ou separador do seu browser, e copie o endereço do ficheiro XML para a barra de endereços. Aparecer-lhe-à no ecrã o código XML respectivo. Grave este ficheiro (extensão .xml) no seu computador.
5. "Hacking" do ficheiro XML
Abra o ficheiro XML. Pode ser com o "bloco de notas" ou outra aplicação. Não se deixe intimidar pela aparência e com a ferramenta de procura, procure o que quer mudar no ficheiro, designadamente traduza do inglês para português o que lhe interessar.
Aqui abro um parênteses para explicar que, neste meu post/exemplo, "supus" que se tratavam de exercícios da disciplina de inglês pelo que deixei quase tudo na mesma, tendo apenas traduzido as palavras "Hint" para "Pista", "Guess" para "Adivinha", "correct!" para "correcto!" e "keep trying..." para "tente de novo...", mas você pode alterar o que quiser.
6. Enviar ficheiro XML para servidor
Depois de feitas as alterações no ficheiro XML, faça o seu upload para o servidor que aloja o seu site ou, no caso de não o ter, use um qualquer gratuito, como por exemplo o Windows Live Drive.
7. Colocar código do script do gadget no blog(ger)
Volte ao Google Docs e clicando novamente na setinha do canto superior do gadget que quer inserir na página do seu site/blog, clique depois na opção "Publicar gadget...". Abrir-se-à uma janela pop-up de onde poderá retirar o código para inserir no seu blog/site.
IMPORTANTE: Aqui é preciso ter duas coisas em atenção e muito cuidado
a) Tem de alterar o código dado de modo a que este reflicta o endereço do local/url para onde fez o upload do seu ficheiro XML alterado. Isso está na parte inferior do código do script e tem de ter atenção que "%252F" equivale à "/" pelo que não as deve retirar.
b) O código do script, depois de alterado como descrito em a) deve ser colocado numa página html que deverá enviar também para o seu servidor de alojamento (Windows Live Drive?)
A partir daqui o gadget pode ser visto na sua página html que acabou de enviar por upload. Se for isso que quer, OK. Se não for, e quiser colocar o gadget num post de blog ou noutra página do seu site deverá colocá-lo numa iframe. Para isso veja a figura abaixo, que usei no meu caso que aqui exponho e adapte o url para o do seu ficheiro html.
E é tudo. Parece difícil, mas acredite que é mais difícil de explicar por palavras do que fazer. Mãos à obra e boa sorte. Já sabe que estarei cá para ajudar no que puder. Se precisar, envie-me mensagem através do email de contacto, que se encontra na barra lateral deste blog.
Uma nota final:
É óbvio que a própria folha de cálculo do Excel do Google Docs, que serviu de base aos gadgets aqui apresentados, também ela pode ser alterada (entre mais outras coisas...), alterando-se assim os dados de base sobre os quais se farão as perguntas. É o que irei fazer para apresentação destes gadgets no meu outro blog: http://www.profelectro.info/ que trata de assuntos escolares relacionados com a electrotecnia. Quando o tiver terminado colocarei aqui o post onde o poderão ver.
No post anterior falei-vos da monitorização feita pela companhia Monitis sobre redes empresariais e não só, o que constitui uma ferramenta essencial nos dias de hoje. Surge agora um post do blog daquela empresa em que a mesma, que monitoriza cerca de 180 000 sites, descobriu, por análise desses resultados de monitorização que o número de falhas (downtime) que os servidores vêm apresentando está a crescer, e isto desde que a actual crise económica começou a fazer-se sentir. E é lógico que isso aconteça, face à redução de custos e redimensionamento de pessoal que as empresas têm vindo a implementar. É então que a Monitis coloca a questão de podermos sentir o início da saída da crise económica a partir da análise destes dados e que, em princípio, a esse início de recuperação corresponderá uma diminuição do downtime dos servidores. O artigo completo pode ser lido no blog da Monitis, aqui.
A nova tendência dos servidores que fornecem "web-services" aos seus clientes, sendo uma das empresas mais conhecidas a utilizar esta técnica a Amazon, é a utilização de servidores programados em cloud computing, o que permite que os utilizadores paguem, não uma taxa fixa periódica (por exemplo mensal) mas apenas paguem o que utilizam. Por exemplo pagarão o mesmo se usarem 20 servidores por uma hora ou um servidor por 20 horas. Para gerir toda esta utilização a empresa Monitis criou um software de monitorização que gere e fornece medições de tráfico, sucesso, perfomance, popularidade, etc. Um excelente e completo produto para todas as empresas que queira entrar nesta nova forma de gestão de servidores, com todas as vantagens daí advenientes, como competitividade, produtividade, melhor gestão de recursos, fornecimento de serviços ao cliente através da sua API, escalabilidade e muito mais. A quem possa interessar para a gestão dos seus servidores ou das suas redes da forma que todos o farão no futuro. Nota: o site proporciona a utilização grátis do software por um período de avaliação de 15 dias.
Para quem quiser descobrir o nome de domínio que melhor se adapta aos seus intentos, aquando da criação do seu próprio website, existe agora esta poderosa ferramenta online, fortemente parametrizável em vários níveis (2 ou 3 palavras, com hífen ou sem hífen, prefixo e sufixo, tipo de domínio, etc.) para lhe facilitar a busca daquele nome de domínio ainda livre que melhor se adapta ao seu negócio ou ao seu site pessoal. Embora existam vários serviços com este objectivo, este é certamente um dos mais flexíveis e, cereja no topo do bolo, permite a busca multilingue, utilizando 10 línguas diferentes (respectivos sinónimos de palavras utilizadas na procura). O serviço, porque completo, permite ainda a compra do nome de domínio, o seu registo, hospedagem em servidor, monitorização e promoção. A quem possa interessar: AptDomain
Para todos aqueles que têm uma rede informática a seu cargo, especialmente se for e um negócio/companhia, existe este software/aplicação online muito útil, através do qual pode monitorizar toda a rede (PCS, impressoras, portáteis, etc.) e tudo online e remotamente. Muito fácil de utilizar e muito completa com gráficos, alertas e relatórios, tudo via email, ecrã, sms, etc.Funciona com vários sistemas operativos e, o melhor, é free. A quem possa interessar: Monitor SNMP
Os treemaps são uma nova tendência da web e, para mim, viciante. Podem ver esta excelente aplicação, numa newsmap aqui. Em Portugal, também @Paulo Querido tem uma aplicação equivalente em português, também ela fantástica. Quanto a mim encontro-me a dar os primeiros passos, ainda de forma incipiente, mas que já me serviu para apresentar a minha primeira aplicação, que podem ver no topo deste post. Certamente irei perder muitas horas agarrado a este tipo de aplicação e voltarei, aqui a dar mais notícias sobre a mesma. Para quem queira dar os primeiros passos, sugiro que visitem este site e recolham de lá o código base que vos permitirá começar. Foi o que fiz, fazendo pequenas alterações ao código dado, mas "grandes alterações" são também possíveis de modo a obter aplicações cada vez mais personalizadas. É o que irei tentar fazer nos próximos tempos. Quem quiser trocar ideias e experiências sobre esta tarefa contacte-me por email, p.f.
Já viram que acrescentei um "Tab Menu" no cabeçalho do meu blog. Para quem queira fazer o mesmo vou passar a descrever os passos que deve executar.
1. Abram o Painel >> Esquema >> Editar HTML.
Localizem, na zona do CSS (entre ) e adicionem o código seguinte. Um bom sítio para o colocarem é depois de terminada a secção do Header da vossa folha de estilo CSS, mas pode ser noutro local da zona CSS:
maxwidgets='1' showaddelement='no'> title='your blog title (Header)' type='Header'/>
e substitua-o por:
maxwidgets='2' showaddelement='yes'> title='your blog title (Header)' type='Header'/>
Grave o seu Esquema. Abra a página dos seus "Elementos de Página" do seu Esquema. Constate que agora tem a opção de adicionar um elemento de página na sua secção de Cabeçalho. É mesmo o que se pretende para podermos adicionar o nosso Tab Menu, que depois pode colocar acima ou abaixo do Cabeçalho.
Clique em Adicionar Elemento de Página e ponha o código seguinte na janela de pop-up que abre, substituindo os meus links pelos seus:
Vai precisar de fazer o upload das imagens que mais gostar para o seu servidor ou para um gratuito qualquer. Depois desse upload é só substituir LEFT IMAGE e RIGHT IMAGE pelos URLs onde colocou as suas imagens, no código acima.
É tudo.
Se houver alguma dificuldade coloquem a questão nos comentários ou enviem-me um email directo, que eu prometo ajudar.
Depois de “O Mundo é Plano”, mais um excelente livro de Thomas L. Friedmann. Nele o autor mostra-nos, elucida-nos, convence-nos, de uma forma absolutamente cativante, de como uma “revolução verde” é imprescindível no mundo actual; não há escolha: ou isso ou a extinção da vida (humana e não só) na Terra.
Título: Quente, Plano e Cheio – Porque precisamos de uma revolução verde Autor: Thomas L. Friedman Editora: Actual Editora Ano: 2008 Tradução: Carla Pedro Nº de Páginas: 431 Preço: 22,05€
Confesso que sempre fui muito céptico face aos ambientalistas, verdes e quejandos que pululam pelos meios de comunicação social. Mas lendo este livro e reflectindo um pouco chego à conclusão que tal desconfiança provém da atitude radical, censória, cerceadora e persecutória com aqueles elementos polvilham todas as suas intervenções nos media e, suponho, na sua vida diária. Não é gente com quem gostaria de me dar. Pondo isso de parte, o autor, sem radicalismos e sem o tom acusatório que é apanágio dos ambientalistas profissionais, mostra-nos que o actual modo de vida baseado no petróleo é insustentável do ponto de vista económico e ambiental, e que se torna inadiável a entrada numa era do clima e da energia (limpa). Até porque o status quo, para além dos prejuízos que causa, só serve para alimentar as petroditaduras que, em última instância, combatem o modo de vida ocidental, isto é, estamos a financiar a nossa decadência. A era da energia e do clima tem de se basear na produção de energia limpa. Porém, não se esgota nela e, uma vez que essa produção não é possível de forma imediata, tem de passar por financiar devidamente a pesquisa nessa área e, para além disso, pela racionalização da sua utilização actual, através da construção de uma internet da energia, para a qual já existe tecnologia e que rentabilizaria, em muito, a sua utilização. Isto entre outras medidas que têm de ser tomadas. O autor, como americano que é, coloca ainda ênfase no papel que os EUA devem ter nesta revolução (e que estão a desperdiçar actualmente) e para o facto de, a manterem essa atitude, serem, até neste campo da investigação e liderança mundial, ultrapassados pela China, que já está a trabalhar neste campo. Um excelente livro, que como todos os que partilham dessa qualidade, nos faz reflectir, nos abre novos horizontes e, em última análise, muda o modo de pensarmos sobre um determinado assunto. Aqui não se trata da Web 2.0, mas mais do mundo 2.0.